Muitas crianças com hiperatividade já apresentavam os sintomas desde bebês, desde que eram crianças bem pequenas. Mas também muitos daqueles meninos agitados e hiperativos com o tempo acabam equiparando-se às outras crianças. Se o TDAH é um transtorno de base orgânica – genética (herdada de seus pais) ou congênita (decorrente de problemas da gestação ou parto), ele deve estar presente na criança desde seu nascimento. Sendo assim, por que se diz que o diagnóstico não pode ser feito antes dos 5 ou 6 anos de idade?

Hiperatividade em bebês e crianças pequenas

Uma parte importante do amadurecimento cerebral – as conexões entre as diversas áreas – só se completam bem mais tarde, no início da idade adulta. Outras áreas, igualmente importantes, já estarão "prontas" em torno dos 8 anos de idade – por esta época, os sintomas maiores de agitação podem desaparecer.

Quando há queixas de hiperatividade, agitação ou desatenção em crianças pequenas ou bebês, é fundamental nunca compará-los com outras crianças de idade superior – a comparação deve ser sempre feita em relação à mesma faixa etária.

Poucas crianças pequenas conseguem prestar atenção a algo por muito tempo – mesmo a um brinquedo que gostem muito. Quantas delas conseguem parar de chorar ou ficar bem quietinhas? Na escola, quantas conseguem ficar várias horas sentadas sem reclamar, fazendo suas tarefas? Poucas, com certeza.

O normal é que as crianças tenham comportamentos exploratórios, que se aventurem em descobrir coisas, que brinquem muito, que façam experimentos com o mundo ao seu redor. É desta forma que elas irão se desenvolver com saúde.

Quanto menor a criança, mais difícil é o diagnóstico. Isto é um problema importante especialmente quando se trata de crianças muito pequenas ou bebês com sinais muito intensos de agitação, irritabilidade e descontrole emocional, muito superiores a outras crianças da mesma idade.

Devemos lembrar que há uma série de outros problemas, além do TDAH e hiperatividade, que podem tornar uma criança muito agitada, inquieta, impulsiva ou agressiva. Por isto é importante fazer um bom diagnóstico diferencial, especialmente em crianças pequenas, para garantir os tratamentos indicados o mais cedo possível.

Link para o artigo original: www.dda-deficitdeatencao.com.br/hiperatividade/hiperatividade-bebes-criancas-pequenas.html - Escrito por Cacilda Amorim, Diretora Clínica do IPDA. Se copiar ou citar este artigo, mantenha esta nota e o link  original.

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